Há certos momentos em nossas insignificantes vidas que nos mostramos fracos ao ponto de achar que está tudo conspirando para o nosso mal-estar. Pequenos desentendimentos, pequenos afazeres, pequenas preocupações que, misturando-se a fraqueza de espírito, faz com que nos achemos nos piores dos mundos.
Pessoas com essa tendência de nanismo mental e fragilidade psicológica limitam sua visão ao seu mísero mundo, com seus probleminhas e sua incapacidade de solucioná-los, acabando, por assim dizer, conformadas e confortadas com a situação financeira, emocional.
Procurando sempre se lamentar e sentir pena se si, esse tipo de pessoa cria um mundo à sua volta que é um mundo cheio de depressão, fraquezas, futilidades e, em muitos casos, vícios pessoais justificáveis.
Sem mesmo ter passado por alguma tragédia ou catástrofe que comprometesse a saúde física e mental própria ou de familiares e amigos, sentem-se como se estivessem no fundo do poço.
Creio que a causa dessa autoflagelação se deve ao simples fato de que a mente dessas pessoas é limitada e destinada a crer que aquilo que elas têm é pouco ou quase nada, e que não existem pessoas rezando para estar onde elas estão.
Não sou embasado suficiente para falar de fome e miséria, mas posso afirmar que toda e qualquer situação pode ser pior.
Eu mesmo poderia estar sem uma mão para escrever esse artigo, poderia estar sem nada o que comer em casa, poderia não ter uma casa, poderia ter perdido toda minha família nos deslizamentos na região serrana, enfim, sempre pode ser pior.
Sinto algo como pena quando vejo esse tipo de pessoa que sempre reclama da vida, dos pais, do dinheiro que é pouco pra comprar um celular de última geração, que não gosta da comida que come, que acha feia a roupa que veste, que acham que a cama que dorme é ruim, que o cobertor que a esquenta em noites frias é pequeno, enfim, sinto pena [para não falar nojo] desse tipo de pessoa.
Sempre pode ser pior.
Pessoas com essa tendência de nanismo mental e fragilidade psicológica limitam sua visão ao seu mísero mundo, com seus probleminhas e sua incapacidade de solucioná-los, acabando, por assim dizer, conformadas e confortadas com a situação financeira, emocional.
Procurando sempre se lamentar e sentir pena se si, esse tipo de pessoa cria um mundo à sua volta que é um mundo cheio de depressão, fraquezas, futilidades e, em muitos casos, vícios pessoais justificáveis.
Sem mesmo ter passado por alguma tragédia ou catástrofe que comprometesse a saúde física e mental própria ou de familiares e amigos, sentem-se como se estivessem no fundo do poço.
Creio que a causa dessa autoflagelação se deve ao simples fato de que a mente dessas pessoas é limitada e destinada a crer que aquilo que elas têm é pouco ou quase nada, e que não existem pessoas rezando para estar onde elas estão.
Não sou embasado suficiente para falar de fome e miséria, mas posso afirmar que toda e qualquer situação pode ser pior.
Eu mesmo poderia estar sem uma mão para escrever esse artigo, poderia estar sem nada o que comer em casa, poderia não ter uma casa, poderia ter perdido toda minha família nos deslizamentos na região serrana, enfim, sempre pode ser pior.
Sinto algo como pena quando vejo esse tipo de pessoa que sempre reclama da vida, dos pais, do dinheiro que é pouco pra comprar um celular de última geração, que não gosta da comida que come, que acha feia a roupa que veste, que acham que a cama que dorme é ruim, que o cobertor que a esquenta em noites frias é pequeno, enfim, sinto pena [para não falar nojo] desse tipo de pessoa.
Sempre pode ser pior.
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