quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Humor vs Política

Dizer que o Brasil é um país onde humoristas são levados a sério e políticos na brincadeira é uma total falta de coerência.
Se querem comparar Rafinha Bastos com Paulo Maluf ou qualquer político atolado na merda....façam isso com o mínimo de decência.
Rafinha errou. Errou feio, beleza....vai pagar por isso. Mas há uma sutil diferença entre humoristas e políticos....os primeiros são colocados onde estão pelo talento deles, já os políticos estão lá por pura burrice da sociedade tão critica e certinha.
É a sociedade que elege os corruptos...ela que coloca eles lá, pra depois ficar dizendo que eles são levados na brincadeira.
O problema é que, para a grande massa, humor é entretenimento e política é chato.
No Brasil não há pensamento de massa.....o egoísmo é a lei, é o mandamento. Individualismo é uma arte, assim como uma privada virada.
No Chile estudantes protestaram contra reformas na educação. Lá eles se preocupam com o futuro dos jovens deles. Aqui? Minha Universidade Federal de Rondônia está em greve por não termos estrutura docente e física. Nem papel higiênico há nos banheiros.
O descaso é enorme. A sociedade brasileira ainda tem muito que evoluir....mas pelo visto é daqui pra pior. A solução de tudo está na educação. Uma criança estudada se torna um jovem estudado que se torna um adulto qualificado e não só pro mercado de trabalho, mas pra vida, pra ele não cometer a idiotice de ficar defendendo humoristas que estavam com a bola cheia e criar soluções para os problemas sociais.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Brazil que se cuide...

Como minha pessoa já disse, o etanol é o combustível do futuro e, portanto, o Brasil está condenado a ser uma potência em termos de combustíveis renováveis [ Biomassa, Biodiesel e Bioetanol ]
Com o fim inevitável do petróleo, os mesmos olhos que secam os poços de petróleo pelas arábias da vida secarão nosso tão amado e glorioso país, que não tem armamento nem exército suficiente para durar 30 semanas na mão da Índia, um país pobre e que sofre com altos níveis de pobreza, analfabetismo, doenças e desnutrição.
O Brasil não tem tecnologia nem para fabricar os próprios aviões, quem dirá então produzir um super porta-aviões ou um submarino nuclear com potência para destruir centenas de cidades.
Estamos segurando uma pepita de ouro na palma da mão no meio de um garimpo e sem guarda-costas para nossa segurança.
Nada nos garante que os EUA [ ou qualquer outra nação com exército e armamento superiores aos nossos ] invadam nosso território com desculpas ambientalistas e fins financeiros.
Enfim...A “solução” [ a longo prazo, já que o problema também é a longo prazo ] seria o investimento pesado e prioritário na educação,  a fim de elevar o nível intelectual das futuras mentes “brilhantes” para que assim possamos andar com nossas próprias pernas em termos bélicos, para a segurança nacional.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Πετρέλαιον que se cuide...

Geralmente as guerras são promovidas por motivos um tanto quanto delicados. Limites territoriais, religiões conflitantes [ ou os 2 juntos ], enfim..Motivos os quais são indiscutíveis, se tratando de certo ou errado.
Mas o homem, na sua plena e singela racionalidade, busca sempre algo mais. As guerras atuais são tão importantes quanto uma biblioteca na casa da Paris Hilton.
Petróleo, o licor dos poderosos, o néctar dos deuses industriais. Nada supera, em termos de cobiça, o tão amado e querido óleo da pedra.
Tudo gira em torno dele, o combustível fóssil, não renovável, descartável.
Guerras surgem com pretextos suspeitos e questionáveis, mas com fins incontestáveis, para os magnatas petrolíferos.
Mas essa era gloriosa e absoluta do acima citado está com os dias contados.
Com toda essa geração ambientalista e pragmática, a geração de energia renovável está se tornando algo visível e indiscutível.
O etanol já é e será cada vez mais uma opção viável e politicamente correta de combustível.
O Brasil é o pioneiro na produção e distribuição do novo inflamável substituinte do lá encima citado.
[ Se liga ai que é hora da revisão.....Na tele aula de hoje vimos que o Petróleo está acabando e que o Brasil tende a ser uma potência na produção do novo e renovável combustível, o ETANOL. É isso minha gente, até a próxima aula e bons estudos. ] 

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Teoria Humilde

Inúmeras coisas existem em abundância no tal do planeta Terra.
Oxigênio, ferro, silício, formigas irritantes e manés que acham ser alguém importante na vida.
Dissertarei sobre o último acima citado.
Vários mistérios me chamam a atenção, como o suicídio de cães órfãos de donos, desaparecimentos de pessoas sem causa/motivo/razão ou circunstância aparente, organização das abelhas africanas, buracos de minhoca, entre outras cousas.
Mas o que mais me intriga é o que leva um Homo sapiens acreditar que a insignificante existência dele é tão importante quanto à eleição do novo papa, a final da copa, guerras civis, reatores nucleares...?
É ai que entra minha humilde teoria. A de que astronomia deve ser disciplina base na formação de um estudante de ensino fundamental e médio.
Talvez com isso posto em prática, os alunos tomariam conhecimento da sua microscópica/xexelenta/catarrenta existência.

Com todo o aparato telescópico desenvolvido pelo homem, ainda é impossível ver [se existe] o fim do universo [assunto pra outro post]. Quantos trilhares de trilhões de corpos celestes podem ser vistos da Terra? [levando em conta nossa limitação visual-tecnológica.
Deixando de lado todas as crenças, somos um mero acaso no universo. Temperatura ideal, água liquida, alimento. Foram esses [e são, por enquanto...] os fatores que contribuíram para nossa formação.
Que ironia, estamos destruindo o planeta o qual nos proporcionou  o crescimento e a multiplicação.
O que nos garante que, nesse uni-verso infinitamente grandioso, só exista a raça humana como vida inteligente?
Há milhões de planetas com milhões de “Sol’s” nas condições ideais para a formação e criação de espécies e mais espécies de animais. E desses milhões de animais, há uma grande [e infinita, assim como o universo] possibilidade de que haja dentre eles uma espécie “inteligente” que comece a destruir seu planeta e busque em outras redondezas planetas dominados por espécies medíocres que pensam que são algo importante para a sociedade.
Não passamos de parasitas de um grão de areia no meio de uma praia gigante, que ainda não conseguimos alcançar, com nossas vistas, o suposto e teorizado “fim” dela.

Sempre pode ser pior...

Há certos momentos em nossas insignificantes vidas que nos mostramos fracos ao ponto de achar que está tudo conspirando para o nosso mal-estar. Pequenos desentendimentos, pequenos afazeres, pequenas preocupações que, misturando-se a fraqueza de espírito, faz com que nos achemos nos piores dos mundos.
Pessoas com essa tendência de nanismo mental e fragilidade psicológica limitam sua visão ao seu mísero mundo, com seus probleminhas e sua incapacidade de solucioná-los, acabando, por assim dizer, conformadas e confortadas com a situação financeira, emocional.
Procurando sempre se lamentar e sentir pena se si, esse tipo de pessoa cria um mundo à sua volta que é um mundo cheio de depressão, fraquezas, futilidades e, em muitos casos, vícios pessoais justificáveis.
Sem mesmo ter passado por alguma tragédia ou catástrofe que comprometesse a saúde física e mental própria ou de familiares e amigos, sentem-se como se estivessem no fundo do poço.
Creio que a causa dessa autoflagelação se deve ao simples fato de que a mente dessas pessoas é limitada e destinada a crer que aquilo que elas têm é pouco ou quase nada, e que não existem pessoas rezando para estar onde elas estão.
Não sou embasado suficiente para falar de fome e miséria, mas posso afirmar que toda e qualquer situação pode ser pior.
Eu mesmo poderia estar sem uma mão para escrever esse artigo, poderia estar sem nada o que comer em casa, poderia não ter uma casa, poderia ter perdido toda minha família nos deslizamentos na região serrana, enfim, sempre pode ser pior.
Sinto algo como pena quando vejo esse tipo de pessoa que sempre reclama da vida, dos pais, do dinheiro que é pouco pra comprar um celular de última geração, que não gosta da comida que come, que acha feia a roupa que veste, que acham que a cama que dorme é ruim, que o cobertor que a esquenta em noites frias é pequeno, enfim, sinto pena [para não falar nojo] desse tipo de pessoa.
Sempre pode ser pior.

Preguiça de viver!

Tentarei tornar este post menos pessoal para não disseminar o egocentrismo através dos poucos leitores desse blog.
Certa vez estava minha pessoa a praticar sua corrida do final da tarde por uma avenida da megalópole Cacoal, quando me reparei com uma cena que marcou, e de certa forma até chocou, minha vida de uma forma positiva. Deparei-me com uma mulher, cerca de 30 anos, sem suas duas pernas. Ela estava do outro lado da rua, andando na calçada. Usava próteses não muito modernas, mas que lhe ajudavam-na, juntamente com o andador, a caminhar pela calçada, como se cada passo fosse uma conquista histórica.
Sempre fui do tipo “preguiçoso” pra tudo. Mas quando tive esta visão acima citada me senti muito mal, não por ela, mas por ter tido tanta preguiça de fazer coisas simples inúmeras vezes.
Me senti um lixo.
Mas como meu pai sempre diz -“Sempre tente tirar uma lição de tudo, moleque”- tirei uma lição para toda uma vida.
Deixe a preguiça onde você nunca a encontre e não se lamente por estar deprimido ou revoltado com coisas fúteis. Há pessoas que dariam seu reino por algo que não damos valor. Saúde e integridade física.
Acontece quase que com todas as coisas simples e importantes que possuímos. Damos valor quando perdemos. O ar que respiramos o sapato que conforta nosso andar, o agasalho feio que nos esquenta, a mochila velha que carrega nossas coisas, nossas mãos que se lavam, nossas pernas que proporcionam a ausência de sedentarismo [ou não], enfim, coisas simples que quando perdemo-las se tornam tão importantes [ou até mais] do que um celular novo ou um notebook legal.
Lembrem-se pequenos gafanhotos, bem aventurado o que dá valor aos pequenos prazeres da vida. 

Desastre

Algumas civilizações antigas tinham sua religião baseada nos astros. Se algo bom acontecia era ação dos astros, mas se algo ruim acontecia nenhum astro estava agindo. Essa ausência de participação em acontecimentos desagradáveis passou a se chamar “Desastre”.
Pode acontecer escala mínima, (como um leite derramado, um celular pifado) ou mesmo numa escala global, como um tsunami, terremoto, erupções vulcânicas [vamos nos ater aos fatos independentes de falhas humanas].
É impressionante como, quando algo do tipo acontece, ninguém é melhor, pior, mais rico, mais pobre, mais negro, mais indígena, mais asiático, enfim, somos tratados da mesma maneira. Somos submetidos ao que não somos acostumados: “Igualdade perante todos”.
Além disso, somos atingidos por uma sensação de fragilidade vital, percebendo assim o quão somos intrusos nesse planeta em constante transformação.
Sempre houve esses tais desastres naturais e até mesmo em maior escala e freqüência, mas não estávamos aqui para sofrer perdas materiais e familiares.
A lição de moral é a seguinte: “O planeta não é nosso inimigo. Muito pelo contrário, nos mantêm vivos até agora com tantos maus-tratos patrocinados pela humanidade. A verdade é que nós somos os malvados da história.”

Carpe Diem, Kids

Every time that I look in the mirror
All these lines in my face gettin' clearer
The past is gone
It went by like dusk to dawn
Isn't that the way?
Everybody's got their dues in life to pay
I know, nobody knows
Where it comes and where it goes
I know it's everybody's sin
You got to lose to know how to win
Half my life's in books' written pages
Lived and learned from fools and from sages
You know it's true
All the things
Come back to you
Dream On-Aerosmith
Através dos tempos a humanidade tem se perguntado “de onde viemos, para onde vamos?” , mas a resposta está além de qualquer crença.
Nunca houve provas concretas de que a morte é apenas uma passagem para uma vida eterna cheia de luz e pureza. Há certos fatos que estão fora de qualquer comprovação científica ou física e que acabamos por atribuir a eles causas sobrenaturais ou mesmo até divinas.  O que você lembra antes de ter nascido? Um coma profundo? Algo me faz crer que seja a mesma coisa após a morte. Mas muitos outros fatores me fazem acreditar que exista algo, além disso. Mortes misteriosamente intrigantes, vidas salvas por um mero detalhe inexplicável, casos e casos que estão além de qualquer compreensão lógica e provável.
O que podemos afirmar, seja de qual credo for, é que a vida humana é algo tão frágil quanto um graveto, uma avalanche de rochas. Temos que, além de dar algum sentido a nossa existência, é procurar viver cada segundo como se fosse o ultimo, desfrutar de todas as nossas possibilidades, testar nossos limites, enfim, VIVER. Não viva o passado, ele nunca voltará. Não viva o futuro, planos são feitos para dar errado [Lei de Murphy]. O presente é a vida, é o prazer, é a loucura, é o sofrimento, é a dor, é a alegria, é o q nós temos, nada mais, nada menos. CARPE DIEM, KIDS.